

“A ação apostólica das Filhas da Caridade alimenta-se da contemplação a exemplo do Filho de Deus que, embora intimamente unido ao Pai, retirava-se muitas vezes para rezar. (...)
Os Fundadores lembram às Filhas da Caridade que elas não podem subsistir se não fizerem oração. Entretanto, quando as necessidades urgentes do próximo o exigem, devem saber deixar Deus contemplado na oração para reencontrá-lo no pobre” (Constituição 21).
A espiritualidade vicentina é um caminho de santidade. Seguindo os passos de São Vicente de Paulo e de Santa Luísa de Marillac, muitos homens e mulheres entregaram suas vidas a Deus no serviço de Cristo nos Pobres e assim, se santificaram.
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